1928 1933
Alemanha
Em 1928, apesar de uma enorme mobilização, o partido nazi não chega aos 3% dos votos. Cinco anos depois, Hitler está no poder.
Um romance de João Rodrigues Pena
Onde estará Portugal daqui a dez anos? Quatro personagens partem de hoje e chegam a 2036 por dois caminhos opostos. O que acontece a cada um depende das escolhas que o país fizer pelo caminho.
Porquê 2036
Dez anos pode ser muito tempo, ou nem por isso. Podemos achar que 2036 vai ser como a última década, com tudo mais ou menos na mesma. A História está cheia de cenários extremos que ninguém imaginava dez anos antes.
1928 1933
Em 1928, apesar de uma enorme mobilização, o partido nazi não chega aos 3% dos votos. Cinco anos depois, Hitler está no poder.
1907 1913
O Ford T é um protótipo em 1907. Seis anos mais tarde, os automóveis já dominam as ruas das grandes cidades americanas.
2026 2036
O livro parte deste ano e pergunta onde estaremos dentro de uma década, num mundo que vai pesar muito no destino do país.
O livro
Em Portugal 2036, partimos hoje para chegar em dez anos a dois cenários extremos: o sonho e o pesadelo. Dois cenários ditados por um mundo que vai determinar o futuro do país.
Nesta viagem, Marta, Inês, Tomás e Álvaro acompanham o leitor, que absorve a personalidade de cada um e vive as decisões que vão tomar, as suas alegrias, angústias, lutas e tristezas. Vive o rumo que vão dar às suas vidas e os fins inesperados que vão estimular a sua reflexão. Que faria eu se fosse a Marta ou o Tomás? E se fosse eu próprio? E o que posso fazer hoje para estarmos mais perto do sonho daqui a dez anos?
Portugal 2036: Sonho ou Pesadelo? é uma história dramática, intensa e sedutora, que nos faz pensar sobre o futuro e sobre o que podíamos estar a fazer hoje para o influenciar.
Os dois cenários
É o 2036 em que as decisões difíceis se tomam a tempo, as reformas avançam e o país aproveita as mudanças do mundo em vez de as sofrer.
As quatro histórias mostram que o futuro não é fado, é construção.
Pedro Santa Clara, Professor catedrático na NOVA SBE
É o 2036 da resignação. Nada de dramático acontece num só dia: o desfecho resulta de pequenas cedências, uma atrás da outra, enquanto se espera que alguém resolva.
Os países que vencem não são os que esperam, mas sim os que escolhem.
Joana Petiz, no prefácio
Os dois futuros partem do mesmo ponto. O que os separa são as escolhas de cada personagem, e de cada leitor, ao longo de dez anos.
Existem livros escritos para perturbar, provocar, fazer as pessoas pensar, forçar quem os lê a abandonar a posição de mero espectador de ficção que aprecia uma boa narrativa sem impacto.
«A obra não se entrega à ideia de que o pior nunca acontece ou de que alguém vai resolver o que está verdadeiramente nas mãos de cada um de nós. (…) O desfecho medíocre dum povo raramente resulta de um grande evento, mas, quase sempre, de uma longa série de pequenas cedências: 20% estratégia e 80% execução sem trégua.»
Opiniões
A escolha entre o Sonho e o Pesadelo não é difícil. Como João Pena nos mostra através dos seus personagens, a dificuldade está sempre na força de vontade individual de cada escolha em cada momento. O destino coletivo de um Povo, de um País, não advém de um qualquer destino predeterminado, mas antes de todas as escolhas possíveis das Martas, das Inês, dos Tomás e dos Álvaros que somos todos nós.
António VitorinoProfessor universitário, antigo Ministro, Comissário Europeu e Diretor-Geral da OIM (ONU)Portugal 2036: Sonho ou Pesadelo? é uma obra vibrante, lúcida e necessária: transforma a ficção num espelho de Portugal, desafia a resignação e faz acreditar que o futuro se constrói com coragem, ambição e responsabilidade. Um livro que inquieta, inspira e fica connosco por muito tempo.
António Nogueira LeiteProfessor catedrático na NOVA SBE e administrador de empresasJoão Rodrigues Pena faz o que poucos ousam: olhar Portugal de frente, sem o conforto da resignação. As quatro histórias mostram que o futuro não é fado, é construção. Subscrevo cada palavra sobre a passividade que nos trava, e acrescento que sem reformas estruturais e sem confiar na nova geração, o Sonho fica sempre a um governo de distância.
Pedro Santa ClaraProfessor catedrático na NOVA SBE e empresárioUma obra de invulgar inteligência narrativa e profunda maturidade meditativa, que projeta o futuro de Portugal através de uma visão simultaneamente inquietante e esperançosa. (…) Com personagens densas e uma escrita elegante, a obra convoca o leitor não só à reflexão, mas também à consciência do seu próprio papel na construção do futuro.
Aline Gallasch-Hall de BeuvinkProfessora universitária, UALMais do que um romance, esta obra é um exercício de reflexão estratégica sobre Portugal e o seu futuro. O autor convida-nos a pensar para além do imediato, mostrando que entre o sonho e o pesadelo existe sempre o poder da escolha. Um livro pertinente, provocador e inspirador.
N’Gunu TinyAdvogado, Chairman e CEO do The Emerald GroupO João resolveu escrever um livro de ficção, ou um manifesto sobre Portugal disfarçado de enredo de ficção, em que os quatro protagonistas são a forma do autor exprimir as suas ansiedades sobre o futuro de Portugal. E é Portugal o verdadeiro protagonista deste livro! E aqui o futuro do País não é uma previsão, mas uma consequência. (…) Um livro fácil de ler, interessante, bem estruturado.
João TaloneAdministrador do BCP, sócio fundador da Magnum Capital Industrial Partners29 de setembro de 2026
O livro foi apresentado ao público numa conversa sobre o país que podemos ter em 2036, com sala cheia.




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15,90 €preço de capa
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Perguntas frequentes
Portugal 2036: Sonho ou Pesadelo? é um romance de João Rodrigues Pena, publicado em setembro de 2026. Parte do presente para chegar, em dez anos, a dois cenários extremos para o país: o sonho e o pesadelo.
O livro é de João Rodrigues Pena, engenheiro civil e gestor, antigo Senior Partner da Roland Berger e Presidente da AT Kearney para Espanha e Portugal, e cronista em vários jornais portugueses. É o seu segundo livro.
É ficção. A história segue quatro personagens ao longo de uma década, mas serve de ponto de partida para pensar as escolhas que Portugal faz hoje. O livro nasceu de duas crónicas do autor publicadas no jornal NOVO.
Marta, Inês, Tomás e Álvaro. O leitor acompanha as decisões, alegrias, angústias e lutas de cada um entre 2026 e 2036.
Na loja da Editora Caleidoscópio, que o publica com a chancela ORO, e nas livrarias Wook, Bertrand e FNAC. O preço de capa é de 15,90 euros.
O ISBN é 978-989-9368-16-3.
O prefácio é de Joana Petiz.